Arquivo da categoria ‘Uncategorized’

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Os melhores jornais em design

02/19/2009

snd A Society for News Design (SND) divulgou os vencedores da sua 30ª edição dos melhores jornais do mundo em layout.  São eles:  Akzia (russo), Eleftheros (grego), Expresso (português), The News (mexicano) e Welt am Sonntag (alemão).  E têm características absolutamente diversas, uma vez que o avaliado aqui é o design e não como é o modus operandi da produção do mesmo. O Akzia tem uma circulação de 200 mil exemplares e sai duas vezes por semana. O grego é diário e tem uma média de 86 mil exemplares. O portugês é semanal e a circulação é de 120 mil unidades. O diário alemão roda 400 mil e o mexicano, 10 mil/dia.

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TimesPeople, comunidade no NYT

02/19/2009

Imagem do siteA novidade é agora do início do ano, mas eu só vi quando voltei de férias na semana passada. O NYT entrou na onda do USA Today e criou uma comunidade a partir dos leitores cadastrados no site.  O povo pode criar um perfil, relacionar amigos e recomendar matérias para seu grupo.  Bem inteligente.

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E o que foi a ONA08

02/18/2009

Não escrevi nada de DC : (

Aqui um resumão em tag cloud só para não esquecer do que rolou por lá…

soitu.es, MOBILIDADE, web semantica, vídeos, wi-fi,  integração de redações, dispositivos touch screen

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Jornalismo online: conferência da ONA

09/11/2008

Dois anos depois cá estou eu de novo na conferência da Online News Association em Washington. Dessa vez, o site onde trabalho está entre os finalistas da premiação anual da associação e eu vim aqui, em especial, na esperança de levar o trofeuzinho comigo. Não vai ser tarefa fácil: os outros dois concorrentes da categoria Excelência em Jornalismo Online língua não-inglesa são ElPais e Der Spiegel. Mas eu sou otimista!!!

Vou tentar postar as observações, fotos e pontos mais importantes das palestras que eu conseguir assistir.

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O jornalista 2.0 no futuro que já chegou

08/28/2008

A idéia era fazer um documentário retratando o futuro da profissão de jornalista, um dos assuntos do último módulo do nosso curso. Fiz um plano de vôo ousado, com entrevistas com oito profissionais, de jornal e web, para poder aproveitar ao máximo a diversidade de opiniões sobre o tema. A questão central era o que mudou até agora desde a chegada da internet no nosso dia-a-dia das redações e a expectativa em relação aos próximos anos. O surgimento de novos papéis e a mudança na mediação entre fonte e leitor.

Imaginei também ter uma narração central, conduzindo o tema, e usar no slideshow imagens de visitas que fiz nos últimos dois anos a redações de jornais para estudar integração de processos de produção jornalística.

A rotina pesada no trabalho na última semana não me permitiu ir além de duas entrevistas. O vídeo está aí, trata dos temas que eu imaginei, mas poderia ter ficado mais rico com uma diversidade maior de opiniões. Não segui à risca o roteiro original e sei que o que fiz está longe de ser um documentário, definitivamente, é uma tentativa. Foi bom perder o medo da edição de entrevistas, imagens e áudios. Sofri, é verdade, em especial com a captação de imagem e áudio (que ficaram meio precárias). No fim foi muito interessante ver o conteúdo pronto. E percebi que a maior dificuldade é conseguir seguir a idéia original do roteiro, diante do improvável que sempre surge, seja na hora da captação das imagens e entrevistas ou mesmo durante a edição final.

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Rio, cidade canteiro de obras

08/12/2008

O Rio de Janeiro vive a velha ebulição de obras de maquiagem que antecedem todas as eleições municipais. Em seus últimos suspiros, o governo de Cesar Maia tenta imprimir um ritmo mais rápido nas regiões onde geralmente seu partido recebe mais votos de eleitores: Barra da Tijuca e Zona Sul, bairros de classe média alta da cidade.

Mapa da Gávea

Mapa da Gávea

Nas últimas semanas, o que mais se vê na paisagem do Rio são canteiros de obras. Ipanema, Copacabana, Leblon, Botafogo, Barra, a cidade virou um canteiro de obras. E não é diferente no bairro onde moro, a Gávea. Localizado entre o Jardim Botânico do Rio e a praia do Leblon, o Morro Dois Irmãos e a Lagoa Rodrigo de Freitas, a Gávea é o bairro com o maior IDH do estado, pequeno e muito residencial, onde ficam a PUC-Rio, uma das maiores faculdades do país, e o Planetário, além de vários teatros e o famoso Baixo Gávea, local boêmio, com bares frequentados pela juventude carioca.

 

Somente na semana passada foram duas novas obras no bairro, a da Rua dos Oitis e a da Praça do Jóquei. Ambas, segundo a secretaria municipal de obras, com o objetivo de reduzir as enchentes que acontecem no verão e alagam a próxima Rua Jardim Botânico e suas redondezas. 

Obra Rua dos Oitis

Obra Rua dos Oitis

Apesar dos transtornos, os moradores da região entendem a necessidade dessas manutenções periódicas. Há cerca de dois meses, uma tubulação da Cedae (companhia de água e esgoto) se rompeu na região, provocando um engarrafamento com reflexos em vários pontos da zona sul da cidade. Nesse caso perdem todos e não só quem mora no bairro. A grande questão é que muitas vezes as obras acontecem sem planejamento, avisos para os moradores e causam uma desordem urbana e na vida de quem vive no bairro.

 

Foi exatamente o que ocorreu na última semana. Como as tubulações são antigas, ao iniciar as obras, os operários se depararam com a necessidade de levar a nova tubulação até a Rua Major Rubem Vaz, o que fez com que o trânsito naquelas pequenas vias fosse completamente interrompido na última terça-feira.  Com a interrupção, o recolhimento do lixo também foi prejudicado, atrapalhando a vida de quem mora, estuda (a rua conta com duas escolas e um curso de inglês) ou simplesmente passa pelo local.

  

Apesar de ter o maior indicador de desenvolvimento humano do estado, o bairro sofre ainda com a forte desvalorização de imóveis em sua região mais alta (o Alto Gávea) devido à sua localização próxima às encostas de duas favelas que só fazem crescer: a Rocinha e a do Parque da Cidade. Há dois anos, uma série de conflitos entre facções que 
Tentam controlar o tráfico nas duas favelas vem assustando os moradores da área, muitas vezes acordados no meio da noite com o som de tiroteios. 

 

E você? Como anda a situação de obras e violência no bairro onde você mora?

O que você espera de mudanças com a nova gestão municipal? O que você acha que deve mudar?

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Editando com o Irfanview…

08/12/2008

Foi muito interessante a experiência de editar as fotos com o Irfanview.

Gosto muito de fotografia, em especial, quando as fotos não são feitas por mim :) ).

Mas edito mais fotos no trabalho, no Photostation, com um tratamento padrão, mais amarrado em formatos, luz, contraste, brilhos e tamanhos para garantir a agilidade no processo de edição.

Como tive uma semana enrolada no trabalho, deixei para fotografar no domingo e dei o azar de o tempo estar ruim. 

Mas como minha cidade tem um cenário especial não foi muito difícil achar o que fotografar.Fazer a seleção das fotos foi o mais difícil.

Depois que escolhi algumas, recortar e redimensionar no programa foi tranquilo, deu até para brincar um pouquinho, com cores e formatos… Gostei bastante e vou adotar para editar as fotos aqui de casa!

Abaixo as minhas experimentações:

    
Leblon e Dois Irmãos

Leblon e Dois Irmãos

 

Mais praia

Mais praia

 

Domingo de inverno

Domingo de inverno

 

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Das buscas, o que valeu a pena…

08/04/2008

…foi esse vídeo! Vejam só, para curar o stress:

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WEB 1.0, WEB 2.0, WEB 3.0…

07/31/2008

 

“Nós estamos acordando e nos linkando.

Nós estamos observando.

Mas nós não estamos esperando”. (Clue Train Manifesto, 1999).

A frase acima é do manifesto escrito em 1999 por Rick Levine, Christopher Locke, Doc Searls e David Weinberger, que reuniu 95 teses sobre mudanças nas relações entre empresas e mercados a partir do advento da internet. Para os autores, essas mudanças se dariam por ser a internet a verdadeira mídia que permite as conversas não só entre pessoas, mas também entre mercados, e com capacidade de transformar radicalmente e absolutamente o mundo dos negócios. E essa é a grande revolução que estamos vivenciando na migração da primeira fase da rede mundial, a web 1.0, para a web 2.0: a capacidade de participação do consumidor e a transformação de diversos modelos de negócio a partir disso.

Se na fase 1.0 a grande rede mundial se apresentava de forma quase pronta e acabada e onde os principais ganhos eram a possibilidade de conexão e o acesso a grandes bancos de dados, na fase 2.0, o leitor-usuário-internauta aprendeu que poderia ter outro papel e participação efetiva na web. E esse foi o caminho escolhido, trazido pela chegada da banda larga, de uma maior inclusão digital, das ferramentas de interatividade e dos negócios surgidos a partir delas, como os grandes agregadores de conteúdo e sites de busca e de compartilhamento de informações.

Participar, compartilhar e colaborar são as palavras de ordem no mundo da web 2.0. Saiu de cena a grande estrela do e-mail e das mensagens instantâneas e entrou a dos fóruns, comentários e opiniões em redes sociais. Se antes as notícias e informações chegavam prontas e o leitor precisava ir a alguns sites para encontrá-las, hoje elas estão hiperlinkadas e hiperelacionadas o tempo inteiro. Facilmente achadas por meio de algum site de busca, agregador ou mesmo de um leitor de RSS.

E a composição de uma notícia também não é mais a de um único veículo, de uma única mídia. É de um grande mosaico de informações e formatos, de uma gigantesca comunidade com informações de sites de empresas tradicionais do mundo da informação, mas também com as de milhares de blogs de notícias de pessoas desconhecidas.

O consumidor-internauta não usa mais a grande rede de uma forma estanque para uma ou outra ação, como no início da web.  Ela é hoje o lugar onde ele consome de tudo de forma customizada, onde está conectado com o mundo, com as novas tendências, onde colabora e compartilha idéias e o conteúdo que produz, onde diz o que é relevante para si mesmo e para as comunidades das quais participa.  

Tantas mudanças no comportamento do consumidor fizeram com que alguns setores tivessem que se reinventar rapidamente para não perder o trem dos negócios. Assim foi com o mercado dos classificados, por exemplo. Ou mesmo aqueles que trabalham com venda de conteúdo, como o das gravadoras. E o de jornais, que perceberam que esse leitor não quer apenas ler tanta notícia, mas que também quer contribuir para a elaboração delas, dar e compartilhar sua opinião. É assim que surge o jornalismo participativo ou jornalismo cidadão, ainda alvo de descrédito por parte do mercado jornalístico que ainda não consegue entender bem seu novo papel nessa nova fase da web como provedora de informação.

É essa mudança de papéis que nos permitirá chegar à próxima fase desse grande game interativo ou a web 3.0, como alguns já gostam de chamar: a organização desse mundo de informações compartilhadas na aplicação de novas inteligências. Nesse novo período, o grande poder será o de transformar a partir do compartilhamento de conteúdo permitido e aprendido na fase atual.

É o trem das evidências, que não pode parar.

 

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De volta para o jornal… será?

06/09/2008

Foi a temática de hoje do caderno Mais! da Folha de S. Paulo. Talvez inspirado por dados de pesquisa divulgada essa semana na WAN, apontando para o forte crescimento do meio jornal no Brasil e China. Segundo os dados, no Brasil, a taxa de crescimento foi de 11% no ano passado. O fato é que o caderno traz uma ampla discussão sobre o tema, citando a importância do meio jornal e mostrando como o jornalismo online deixa muito a desejar seja pela falta de consistência, seja por não conseguir ocupar como negócio o lugar do bom e velho invento de Gutemberg.

Algumas provocações de minha parte:

- O jornal não vai acabar nunca, mas sua relevância estará cada vez mais diretamente ligada à sua importância na vida do leitor, cada vez com menos tempo para se deicar à leitura desse meio

- Será que a internet tem mesmo que substituir em volume o modelo de negócio da imprensa escrita? Ou será que a tese da long tail tb servirá para esse novo mundo digital, onde a métrica é perversa e detalha exatamente o que se está entregando ao leitor??

Ah, a imagem tb é uma provocação, mas só para quem viu a capa do caderno…